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14/07/2016

6 grandes dicas para seguir e ter uma impressão perfeita.

Você já se deparou com impressões que não saíram da forma que você esperava?

Seja por causa de cores que ficaram mais escuras ou mais claras, por as informações estarem muito próximas das bordas do material (quase cortando), por ter modificado fontes ou mesmo imagens quadriculadas, não é nada agradável receber um material diferente do que você estava planejando.

Então este artigo pode lhe ajudar a evitar alguns desses problemas.

1 – Não utilizar cores RGB.

Um dos erros mais comuns é enviar para as gráficas arquivos com cores RGB. Os softwares de edição gráficos te possibilitam utilizar padrões de cores RGB e CMYK, sendo que cada um tem sua aplicação destinada a diferentes fins. As cores RGB são destinadas para arquivos que são visualizados em telas de celulares, tablets e computadores, já de padrão CMYK são utilizadas para arquivos que serão impressos, pois como já explicado no artigo Entenda o sistema de cores CMYK, o primeiro é cor luz e o segundo pigmento (obtida por meio de substratos – tinta).

Quando não deixamos fontes, vetores, imagens, entre outros no padrão de cores CMYK, na hora da impressão as cores serão convertidas automaticamente, porem a gama de cores que o padrão RGB pode alcançar é muito maior que a CMYK, o que acaba ocasionando a diferença de cor da tela para a impressão. Então quando fizer um layout com cores vivas e na impressão elas saírem desbotadas, mais escuras ou qualquer outra alteração verifique em qual padrão de cores estava seu arquivo.

2 – Não façam nem mandem arquivos em Word, Excel e Power Point.

Se você deseja um bom resultado de cores e qualidade de impressão das suas peças gráficas não utilize programas do pacote Office, pois com eles não podemos configurar as cores para padrão CMYK e nem controlar a resolução das imagens. Para que tenha um melhor resultado utilize programas com CorelDraw, Illustrator, Indesign e Photoshop.

3 – Cuide da qualidade das imagens.

Um erro muito freqüente é a utilização de imagens de baixa resolução que são tiradas da internet. A grande maioria das imagens que pegamos de pesquisas do Google encontra-se com uma resolução de 72dpi, enquanto o indicado para uma boa impressão é a utilização de imagens com no mínimo 300dpi. A utilização de imagens com baixo dpi na web é normal, pois já é o suficiente para ser vista em monitores além de ficarem mais leves para carregar quando acessamos os sites, mas para as impressões essa resolução causaria os famosos serrilhados e a falta de definição na imagem.

4 – Sangria e margem de segurança.

Não é difícil gráficas receberem arquivos com informações muito próximas das bordas, o que acontece é que quem desenvolve a arte acaba esquecendo que o material vai passar por diversos processos, inclusive no acabamento onde vai receber cortes e dobras e se não houver uma margem de segurança correrá grande risco de haver corte de informações ou de elas ficarem muito próximo das bordas o que deixaria o material esteticamente feio.

Esse problema pode ser facilmente corrigido se já no inicio do desenvolvimento do projeto gráfico já for configurado as margens de segurança, que geralmente são de 3mm da borda para dentro da página. O mesmo pode ser feio com a sangria que nada mais é que um espaço extra de no mínimo 3mm da borda para fora da folha, o que vai garantir que não fique aqueles filetes brancos na hora de fazer o corte do material.

Caso tenha alguma duvida quanto a estas medidas entre sempre em contato com o seu fornecedor e ele te passará qual o padrão que utilizam.

5 – Cuidado com as sombras, texturas e outros efeitos.

A utilização desses efeitos pode ser desastrosa para o resultado final do seu impresso, muitas vezes acontece de utilizarmos esses recursos, exportar o PDF e dar tudo certo. Mas em outras fica um verdadeiro desastres, sombras desaparecem, ficam sólidas ou até mesmo saem do lugar. Então antes de fazer o PDF para enviar para gráfica converta o arquivo em bitmap, 300dpi e CMYK.

6 – Converta o texto em curva.

É sempre bom antes de fechar o arquivo em PDF dar mais uma revisada geral em todo texto para garantir que não possui erros gramaticais. Após a conferência é muito importante converter todos os textos em curvas (o texto deixa de ser editável e se transforma em um objeto vetorial, como um simples retângulo ou circulo desenhados no CorelDraw), até mesmo os que estão dentro de mascarás e powerclip. Esse procedimento vai evitar que ocorram trocas indesejadas de fonte, que consequentemente irão mudar tamanho e formatação de todo o texto.

7 – Dica Bônus.

Você deve ter reparado que em diversos momentos falei em salvar o arquivo em PDF para enviar para as gráficas. Pois bem, a grande maioria das gráficas aceitam apenas arquivos nesse formato, pois ele é um documento fechado e que não pode ser alterado, mas não esqueça dos passos acima, converta os textos em curvas, padrão CMYK de cores e 300 dpi. Outra dica que pode ajudar a reduzir erros, é você enviar um “boneco” – uma espécie de protótipo do que você quer produzir – para que a gráfica já tenha uma base do resultado final.

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